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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Pollyana é eleita para as Comissões de Educação e Direitos Humanos da Câmara



A vereadora Pollyana Gama foi reeleita para a Comissão de Educação da Câmara Municipal durante a sessão ordinária desta quarta-feira, dia 14. Pollyana que atualmente preside a Comissão de Educação também foi eleita para a Comissão de Direitos Humanos. A vereadora também será suplente da Comissão Especial de Fiscalização Financeira.

A eleição das comissões permanentes da Câmara foram o segundo item discutido na ordem do dia. Os vereadores eleitos irão se reunir no início do ano para escolher quem presidirá cada comissão.

Confira abaixo o quadro das Comissões Permanentes para 2012:

Comissão de Justiça e Redação: Maria Teresa Paolicchi, Rodrigo Luis Silva “Digão” e Chico Saad. Suplente: Orestes Vanone.Comissão de Finanças: Carlos Peixoto, Chico Saad e Digão. Suplente: Maria das Graças Oliveira
Comissão de Obras: Graça, Rodson e Carlos Peixoto. Suplente: Digão
Comissão de Educação: Carlos Peixoto, Pollyana Gama e Alexandre Villela. Suplente: Vanone
Comissão de Saúde: Rodson, Maria Teresa e Graça. Suplente: Chico Saad
Comissão de Esporte: Graça, Alexandre, Rodson e Pollyana. Suplente: Maria Teresa
Comissão de Direitos Humanos: Vanone, Rodson, Pollyana e Alexandre. Suplente: Rodson 
Comissão Especial de Fiscalização Financeira: Digão, Alexandre, Maria Teresa, Chico Saad e Vanone. Suplente: Pollyana.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Clipping: Caso Sabesp no jornal O Vale

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O Vale
30/11/2011
Pág. 04

Oposição em Taubaté quer barrar renovação com Sabesp
Leia a íntegra da reportagem no site do jornal, clique aqui.



Clique aqui para ampliar
 

Vereadores de Taubaté cortam R$ 3,6 milhões das ações de publicidade da prefeitura para 2012




Os vereadores de Taubaté cortaram R$ 3,6 milhões da verba destinada pela Prefeitura para ações de comunicação e publicidade em 2012. O total da pasta, originalmente R$ 4,2 milhões, foi remanejado para diferentes ações especificadas pelos vereadores por meio de emendas ao projeto de lei, restando à Prefeitura R$ 546 mil para gastos no setor, incluindo a publicidade legal, que é uma despesa obrigatória.

O projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), lei que determina como será elaborado o orçamento para o ano seguinte, foi aprovado em duas votações em sessão extraordinária no dia 29. No total, 24 emendas foram aprovadas com o projeto.

A vereadora Pollyana Gama (PPS) lamentou que, a cada ano, a Prefeitura apresente na LDO a construção e ampliação de unidades educacionais, mas não cumpra suas diretrizes. “É meu sétimo ano de mandato, a meta de construção e ampliação de escolas sempre acontece, mas olha o estado da escola do Marlene Miranda, que desperdício de dinheiro público! A estrutura da piscina está inteirinha enferrujada, o telhado comprometido, um estado de calamidade. Como isso acontece?”

O vereador Rodson Lima (PP) emendou ao discurso de Pollyana a necessidade de reformas em quadras municipais, citando a do Parque Três Marias. “Queria que esses problemas tivessem o mesmo desfecho que teve o Sedes (Sistema Educacional de Desenvolvimento Social)”, disse, parabenizando a construção da unidade de ensino.

Mário Ortiz (DEM) citou que uma das emendas de sua autoria especifica que, dos R$ 10 milhões destinados à construção de vias públicas, R$ 5 milhões seria “carimbado” para construção do acesso viário do novo shopping. “Outra emenda diz respeito a uma limitação de gasto com publicidade. O valor colocado como verba de publicidade excede a média dos três últimos anos, isso é proibido pela lei eleitoral, e estamos adequando.”

Para Rodrigo Luis Silva “Digão” (PSDB), poucas das emendas apresentadas pelos vereadores são efetivadas pelo prefeito, tais como reformas nos postos médicos, indicadas no passado, que não foram feitas. “A gente quer melhorias, mas, quando temos um secretário que tenta resolver alguma coisa, como é o caso de Roberti Costa (Serviços Públicos), outros estão há sete anos na Prefeitura e pouco fizeram.”

Presidente da Câmara, Jeferson Campos (PV) observou que o atraso na votação da LDO ocorreu devido à falta de diálogo entre a Prefeitura e o Comus (Conselho Municipal de Saúde). A votação do projeto, que deveria ser em junho, foi suspensa por determinação judicial, após o Comus alegar que a proposta não havia sido submetida à sua análise. “A Câmara faz seu papel, mas infelizmente, nesse caso, os erros foram da Prefeitura. E ainda temos que votar o orçamento, estamos correndo contra o tempo para votação.”

Orestes Vanone (PSDB) comentou as emendas que apresentaria, apesar da orientação do consultor jurídico da Casa ser contrária a essa prática. Mas, para o vereador, leis anteriores já determinaram a reforma de diversas escolas, ao passo que o Sedes nunca foi previsto em LDO. “Foi construído o Sedes no município, ao gasto de R$ 24 milhões. É uma obra linda, mas a Secretaria de Educação tem uma lista de mais de mil crianças aguardando vaga numa unidade de educação infantil. Poderia ter gasto R$ 12 milhões para a construção do Sedes, e os outros R$ 12 milhões, construído 24 creches.”

Chico Saad (PMDB) lamentou a demora para votação da LDO, mas destacou que a Câmara tomou todas as providências para que fosse votado corretamente, como a realização de audiências públicas. “É um absurdo votar a LDO em novembro, deveríamos estar votando o orçamento. Mas conseguimos chegar hoje numa versão mais enxuta e acordada entre todos da LDO. Fiquei surpreso com as emendas de última hora, e apresentei uma única emenda importante, para desapropriação de restolho de Mata Atlântica”, disse o vereador.

Vereador Luizinho da Farmácia (PR) refutou as comparações da LDO ao repasse de R$ 60 milhões prometido pela Sabesp, pela renovação do contrato, e disse que não é possível usar o dinheiro da companhia de saneamento para resolver os problemas da cidade. “Não podemos fazer disso um palanque político.”

A LDO prevê despesas de R$ 636 milhões para 2012 e projeta inflação de 5,5% para os próximos três anos. Das metas e prioridades para 2012, a previsão é que a Secretaria de Educação consuma o maior número de recursos; são R$ 223 milhões para a pasta. Na sequência, vem a Secretaria de Saúde, com R$ 114 milhões; e o IPMT, com previsão de despesas de R$ 70 milhões. Ao gabinete do prefeito, são previstos R$ 26 milhões. À Câmara, o repasse pode totalizar R$ 19 milhões, de acordo com o projeto.

Fonte: Assessoria de Imprensa CMT.


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Clipping: Obras paralisadas e nepotismo

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Bom Dia
28/11/2011
Pág. 03

Obras que começam, MAS NUNCA TERMINAM

Clique aqui para ler a matéria

O Vale
26/11/2011
Pág. 05

Justiça afasta Luciana Peixoto do Fundo Social de Taubaté


Clique aqui para ler a reportagem no site do jornal


Tribuna: Pollyana fala sobre recursos para o HU e renovação de contrato da Sabesp



A vereadora Pollyana Gama disse que, ao fazer as prestações de contas dos trabalhos realizados, percebe o quanto ainda tem a fazer pela comunidade. Ela afirmou ser importante ouvir a população, como o caso da munícipe Angélica Aparecida Costa, que falou, na tribuna livre, sobre a saúde mental em Taubaté. “Isso é apenas um de tantos assuntos do nosso povo que, infelizmente, o poder público ainda não consegue atender com excelência. Percebo que, por mais que a gente tenha avançado em uma série de outros setores, paralelo a essas conquistas, o que se tem a fazer é superior ao que já foi feito.”

Pollyana falou que, por mais que as políticas públicas no país tenham avançado, as desigualdades persistem. “Quero parabenizar a luta da senhora Angélica e de todos que não desistem do sonho de ter uma sociedade mais justa e democrática.”

Como exemplo de persistência, Pollyana citou os resumos de vários ofícios e idas a São Paulo para conversas com os deputados do PPS e contou que foi com muita alegria que recebeu o sinal da liberação de mais de R$ 1 milhão para o Hospital Universitário. “Não foi em vão. Se na primeira vez que eu batesse na porta de um deputado, há cinco anos, pedindo recursos para o hospital, ele tivesse me negado e eu tivesse desistido, o resultado poderia ser outro.”

A parlamentar disse que espera e vai fiscalizar para receber esse recurso. “A verba será usada para a reforma da maternidade e a melhora da sua estrutura, além da reforma do ambulatório de especialidades.”

Ela falou que, em Taubaté, há dois hospitais regionais, mas o problema é que apenas um recebe recursos do Estado. “O deputado nos encaminhou, em setembro, a proposta que tinha feito da liberação de R$ 1,150 milhão para o HU, e fomos informados de que está na fase de o hospital apresentar os últimos documentos necessários para que haja esse depósito”, relatou.

Pollyana contou que acompanhou todo o processo, desde a tomada de preço, licitação e entrega do material. “Dessa forma acreditamos que, com esse dinheiro, se o Estado cumprir com a parte dele, nós teremos uma maternidade com melhores condições e um ambulatório que possibilite atendimento exemplar.”

Pollyana agradeceu todo o esforço dos deputados estaduais Luiz Carlos Gondim, David Zaia e Vitor Sapienza. “Sapienza nos ajudou a liberar verba para as Casas Pias e Casa Mulher e Vida. A população de Taubaté terá nossa fiscalização para que o dinheiro se reverta em beneficio da população. A saúde precisa de uma atenção especial”, acrescentou.

Sabesp

Outro assunto tratado pela vereadora Pollyana Gama foi com relação à importância da criação dos conselhos públicos. Segundo ela, foi na atual administração que se iniciou a maneira de incentivar e implantar conselhos municipais. Baseada nisso, ela fez a proposta de se criar um fundo para depósito da contrapartida de R$ 60 milhões da Sabesp e, paralelamente, um conselho gestor para esse fundo.

“Além de ser uma proposta que tem amparo legal e fundamentada na lei que rege o saneamento básico no país”, defendeu.

O contrato da Prefeitura com a Sabesp se encerra em dezembro, e a renovação será votada pelos vereadores. A vereadora afirmou que, quando se fala em conselho deliberativo, as pessoas se assustam. “Ao propor o fundo, queremos que o poder público, junto com a sociedade civil, canalize e determine para onde esse dinheiro deve ser aplicado em beneficio do saneamento básico e do meio ambiente. É uma maneira que o poder público local tem de fortalecer o que está previsto na Constituição.”

Pollyana acredita que os conselhos são importantes e disse ficar muito feliz quando  observa ações políticas no sentido de fortalecer o controle social. “Precisamos somar forças para multiplicar o bem em prol da população.”

Ela contou que encaminhou a proposta para a Comissão de Justiça e esteve na Sabesp para apresentar a proposta e verificar, junto à empresa, se o raciocínio está dentro do que a concessionária considera viável. “Basta nos unir para se tornar realidade.”

fonte: Assessoria de Imprensa CMT.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

EDUCAÇÃO: Lei muda e Unitau terá exclusividade em bolsas

Fonte: O Vale

Projeto aprovado pela Câmara altera as regras das bolsas de estudo e aguarda a sanção do prefeito


A Câmara de Taubaté aprovou na tarde de ontem o projeto de lei que modifica a liberação de recursos do Simube (Sistema Municipal de Bolsas de Estudos) e determina que a Unitau (Universidade de Taubaté) seja a única instituição de ensino contemplada pelo sistema.

Atualmente, qualquer instituição de ensino, seja ela particular ou municipal, pode participar do Simube desde que atenda aos requisitos de cursos oferecidos e modelo de ensino praticado.

Esse formato foi definido em 2009, quando a Câmara aprovou uma lei reformulando o sistema, que anteriormente atendia apenas alunos da Unitau.

Na justificativa, a Câmara alegou que por ser uma autarquia municipal a Unitau, ao contrário das demais instituições, não pode receber bolsistas de programas como ProUni, Reuni e Fies.

"Agora o projeto segue para a sanção do prefeito e já no próximo ano a Unitau deve receber 100% da verba municipal para bolsas", disse o presidente da Câmara, Jeferson Campos (PV).

Comemoração.

O Simube é um programa da prefeitura que banca bolsas de estudo para alunos em cursos técnicos e de graduação. Este ano, foram disponibilizados R$ 639 mil. Os beneficiados são selecionados de acordo com critérios econômicos e sociais.

A expectativa é de que em 2012 o programa destine R$ 1,9 milhão para bolsa s.

A aprovação do projeto foi comemorada pela Unitau.

"Estamos resgatando um direito dos alunos da Unitau. Não era justo que o dinheiro público fosse destinado para financiar faculdades privadas. Os recursos públicos tem que ser destinados para instituições públicas", disse o reitor da Unitau, José Rui Camargo.

Uma sugestão de alteração na lei foi encaminhada pela Unitau aos vereadores em setembro deste ano, mas já estava sendo solicitada e debatida pela instituição desde fevereiro. Apesar disso, a aprovação só ocorreu durante a sessão de Câmara de ontem.

Crise.

A medida deve ajudar a amenizar a crise financeira da instituição. "Estamos buscando apoio dos governos e esta primeira ajuda na exclusividade de concessão de bolsas do é muito importante neste momento", afirmou o reitor.


FINANCIAMENTO

Próxima meta é PROUNI estadual

Paralelamente às bolsas conquistadas no Simube, a Unitau busca apoio junto aos governos federal e estadual.

Entre as propostas que Unitau pleiteia está projeto enviado à Secretaria de Estado da Educação que prevê financiamento semelhante ao Prouni.

Já junto ao governo federal, a Unitau aguarda resposta para a formalização de um convênio que ofereceria mais de 2.000 vagas para alunos da universidade e que seriam pagas pelo governo.

O novo modelo de concessão de bolsas de estudo faz parte de projeto encabeçado pela Unitau e que conta com representantes de universidades municipais de todo o país.

Prédios.

O projeto sugere que as instituições possam receber recursos do Ministério da Educação e passem a integrar o PNE (Plano Nacional de Educação).

A intenção é que as universidades municipais ofereçam as bolsas de estudo para os alunos, com o governo não precisando mais investir na construção de novos prédios.

Fonte: O Vale
Clique aqui para ler a matéria no site.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

AGENDA DO DIA: Parecer da Comissão de Educação, Sabesp, HU e CENSO 2010




Prezado(a) munícipe,

Nesta quarta-feira trabalharemos no parecer final da Comissão de Educação em relação ao projeto de lei que prevê a criação de 7 novos cargos na área de educação. Assim que finalizar o mesmo darei ampla divulgação.

Outra tarefa a ser cumprida nesta quarta é a elaboração de uma proposta de emenda para o projeto de renovação do contrato de prestação de serviços da Sabesp com o munícipio. A proposta de Emenda está sendo elaborada com base nos esclarecimentos obtidos na reunião com o corpo jurídico da Sabesp, realizada na semana passada em São José dos Campos, bem como em outra reunião, da qual participei na tarde de ontem em São Paulo, com o superintendente da estatal no Vale do Paraíba, Sr. Oto Elias Pinto, o diretor de Sistemas Regionais, Luiz Paulo de Almeida Neto e o assessor da presidência da companhia de saneamentos, Virgílio Tiezze.

A partir das 15h30, durante a sessão ordinária, farei uso da tribuna para comunicar como transcorreram as reuniões com os executivos da Sabesp. Também falarei sobre iniciativas de viabilização de verbas para o HU e sobre alguns resultados do CENSO 2010 para Taubaté.

Em tempo, aproveito para convidá-lo a participar na noite desta quarta-feira, às 19h, da audiência pública da saúde, na qual o secretário Dr. Pedro Henrique Silveira irá prestar contas sobre o trabalho desenvolvido pela sua pasta no município. Conto com a sua presença.

Att

Verª Profª Pollyana Gama



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pollyana quer revisão antes de votar contrato com Sabesp

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Rádio Difusora
21/11/2011



O repórter Rogério Veloso informou que a renovação do contrato entre a Sabesp e a Prefeitura de Taubaté, no valor de R$ 60 mil deve ir à votação na Câmara Municipal. Enquanto isso, o assunto tem gerado discussão entre os vereadores.

De acordo com o jornalista, alguns chegaram a “bater-boca” durante a discussão sobre o assunto, realizada recentemente. A vereadora Pollyana Gama (PPS) falou sobre o assunto, e disse que ainda não tem todas as informações claras e objetivas sobre a questão do Plano do Saneamento do município.

“A Prefeitura, por meio do secretário Adair [Loredo], tem apresentado uma proposta de os vereadores indicarem obras para a cidade, mas, mais do que isso, o que nós precisamos é de um diagnóstico da cidade. Por exemplo, até agora não se discutiu, de uma maneira séria, a questão de Itapecerica, do Santa Luzia Rural, de como vai funcionar água e esgoto para esta parcela rural.”

Pollyana ressaltou que, devido aos últimos acontecimentos envolvendo a Prefeitura de Taubaté, “não vê cabimento” em dar continuidade ao contrato e aprovar o valor de R$ 60 milhões sem um planejamento para saber onde será gasta a verba.

A nossa proposta é tão boa que, quando ela sofre uma crítica, eu fico me perguntando por que criticam? Qual é a proposta? [A proposta é] Constituir um fundo e um conselho gestor para este fundo. Para o conselho, pessoas do poder público e da sociedade civil, aí sim, com a sociedade civil junto, a gente consegue tomar conta direitinho deste R$ 60 milhões.”

Questionada se, caso não ocorra a criação deste fundo, seu voto será contrário à renovação, a parlamentar salientou que acredita que “não só o meu voto será [contrário], mas de vários colegas. Essa coisa de se dizer que se não renovar, irá parar o fornecimento de água para Taubaté, é mentira. Eu estive em São José dos Campos com o jurídico da Sabesp, no próprio contrato está descrito que, se não fizer a renovação do contrato até o dia 31 de dezembro, a Sabesp continua com o serviço, mas daí o Executivo terá que fazer uma prorrogação do contrato para que a gente possa fazer esta revisão com muita cautela e respeito ao dinheiro público.”


Fonte: Rádio Difusora
Clipagem da Assessoria de Imprensa da CMT.


Câmara de Taubaté sedia audiência de saúde dias 23 e 29

A Câmara de Taubaté receberá representantes da Secretaria de Saúde nos dias 23 e 29 de novembro para esclarecimentos sobre as realizações da pasta no segundo e terceiro trimestre deste ano, respectivamente.

Ambas as audiências serão realizadas às 19h, com transmissão ao vivo pela TV Câmara Taubaté (Net, 17 digital e 98 analógico). Os interessados podem participar, basta comparecer ao plenário da Câmara.

No dia 18 de agosto, a Secretaria de Saúde prestou contas relativas ao primeiro trimestre deste ano. Na ocasião, o secretário Pedro Henrique Silveira informou à vereadora Maria Teresa Paolicchi (PSC), presidente da Comissão de Saúde da Câmara, que a transferência da ala infantil do Pronto-Socorro de Taubaté para o Hospital Universitário seria realizada em outubro, o que ainda não ocorreu.

A prestação trimestral de contas da área da saúde é obrigatória, por força da Lei Federal nº 8.689/1993, artigo 12. Além dessa obrigação trimestral, Pedro Henrique será convocado a prestar esclarecimentos sobre a situação da saúde no município, em especial no Pronto-Socorro.

A convocação foi aprovada no dia 16 de novembro, por meio de requerimento de autoria dos vereadores Jeferson Campos (PV), Luizinho da Farmácia (PR) e Carlos Peixoto (PMDB).

fonte: Assessoria de Imprensa CMT.

Criação da Região Metropolitana será debatida no dia 25


A Câmara de Taubaté convida a população a participar da audiência pública para discutir o projeto de lei do governo estadual sobre a criação da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, que acontecerá na sexta-feira, 25, às 19h30, no auditório da Faculdade de Engenharia Civil, localizada na travessa da rua 4 de Março.

“A intenção é aprimorar o projeto de lei apresentado pelo governador Geraldo Alckmin à Assembleia Legislativa na última semana. São José, Taubaté e outras cidades sediarão as audiências, e depois o projeto será votado na Assembleia. É importante a participação de todos os vereadores e da população”, afirmou o presidente da Câmara, Jeferson Campos (PV).

A transformação do Vale do Paraíba em Região Metropolitana é um assunto em debate na Assembleia desde 2001. Caso venha a ser criada, Estado e União podem destinar recursos para a Região Metropolitana, visto que passará a haver um planejamento integrado para o desenvolvimento socioeconômico regional.

No Brasil, há exemplos de regiões metropolitanas que figuram entre as maiores do mundo em termos populacionais, como a Região Metropolitana de São Paulo, que, com 17,9 milhões de habitantes, fica atrás apenas das regiões de Tókio (35 milhões), Cidade do México (18,7 milhões) e Nova York (18,3 milhões).

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a Região Metropolitana que se pretende criar no Vale do Paraíba totalizaria 2,2 milhões de habitantes.


fonte: Assessoria de Imprensa CMT.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Câmara de Taubaté cria Comissão de Ética



A Câmara de Taubaté constituiu a Comissão de Ética por meio de ato da Mesa, publicado no Boletim Legislativo do dia 11. O grupo é formado por cinco vereadores titulares e dois suplentes, indicados pela Presidência da Casa.

Os titulares são Orestes Vanone (PSDB), Luizinho da Farmácia (PR), Chico Saad (PMDB), Henrique Nunes (PV) e Pollyana Gama (PPS), e os suplentes são Rodson Lima (PP) e Maria Teresa Paolicchi (PSC).

“A Comissão terá papel de analisar a conduta dos parlamentares em casos que sejam considerados em desacordo com a ética no trabalho do Legislativo. Garante a lisura e a seriedade no serviço à população”, explicou o presidente Jeferson Campos (PV).

fonte: Assessoria de Imprensa CMT.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Câmara convoca o secretário de saúde Dr. Pedro Henrique para prestar esclarecimentos

Dr. Pedro Henrique Silveira durante testemunho para a Comissão Processante em julho

Submetido à votação, foi aprovado pelo plenário da Câmara de Taubaté, no dia 16, o requerimento de convocação do secretário de Saúde, Pedro Henrique Silveira, para prestar esclarecimentos sobre a situação da saúde no município, em especial no Pronto-Socorro.

A Audiência Pública com o Dr. Pedro Henrique  foi agendada para a próxima quarta-feira, dia 23/11, às 19h no plenário da Câmara Municipal.

O requerimento da audiência pública partiu  dos vereadores Jeferson Campos (PV), Luizinho da Farmácia (PR) e Carlos Peixoto (PMDB). Eles consideraram “as inúmeras reclamações de usuários do sistema de saúde do município, em especial das condições de atendimento no Pronto-Socorro”.

Pollyana Gama (PPS) citou o repasse prometido pela Sabesp ao município, R$ 60 milhões, e a consequente aplicação do montante em obras. “Da maneira como tem sido apresentado, coloca-se que a solução para os problemas da saúde e tantos outros que têm sido apresentados virá com esse montante”, disse. Mas, segundo a vereadora, o valor não será suficiente para solucionar os problemas da cidade.

Rodson Lima (PP) afirmou que “há dois lados” na questão do atendimento do Pronto-Socorro e relatou a história de um munícipe, que o abordou para elogiar o atendimento recebido pela mãe no Pronto-Socorro. Para Rodson, o problema real é a falta de retaguarda hospitalar, proveniente do Governo do Estado.

Rodrigo Luis Silva “Digão” (PSDB) avaliou que há falta de infraestrutura nas unidades de saúde, citando exemplos como a falta de pias e vasos sanitários, e disse que isso é de responsabilidade do município. “Está certo que o Governo deixa a desejar, e nós temos que fazer força e batalhar para conseguir melhorias para a cidade. Agora, faltar papel higiênico é culpa do Estado?”

Para Luizinho da Farmácia, faltam tanto retaguarda hospitalar quanto infraestrutura básica, mas a renovação com a Sabesp não deve ser vinculada ao assunto. “Se depender de mim, não vai um centavo do dinheiro da Sabesp para o Pronto-Socorro, porque daqui para frente nós nunca mais vamos ter a Sabesp para socorrer. Seria incoerente colocarmos dinheiro da Sabesp no Pronto-Socorro de Taubaté.”

“Numa audiência, quem comanda os trabalhos é a Câmara Municipal”, explicou Carlos Peixoto, em relação aos depoimentos que deverão ser prestados pelo secretário de Saúde. “Ele (Pedro Henrique) só vai falar em Sabesp se algum vereador questionar sobre o assunto, porque ele tem apenas que responder às perguntas dos vereadores. Quando foi feito o requerimento, sequer passou pela cabeça dos autores o repasse da Sabesp.”


fonte: Assessoria de Imprensa CMT.


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Vereadores cobram e Prefeitura inclui plano de investimentos no projeto de renovação da Sabesp


Vereadores durante reunião sobre a renovação do contrato da Sabesp com o município

Os vereadores de Taubaté questionaram a aplicação dos R$ 60 milhões que a Sabesp oferece em contrapartida à renovação de contrato com a Prefeitura e a administração municipal se comprometeu a enviar um plano de investimentos que deverão ser realizados com a verba. O acordo foi feito em reunião quinta-feira, 10, na Câmara, com o secretário de Governo, Adair Loredo, e o diretor de Obras, Gerson Araújo.

O plano de investimentos deverá fazer parte do projeto de lei a ser votado até o final do ano pelos vereadores, que autoriza a Prefeitura a celebrar convênio com a Sabesp. Na proposta, com validade por 30 anos, a empresa se compromete a realizar investimentos no valor de R$ 196 milhões em infraestrutura e também a destinar 4% do lucro mensal ao município, além da contrapartida de R$ 60 milhões.

O presidente da Câmara, Jeferson Campos (PV), explicou que outra proposta dos parlamentares é a abertura de uma conta bancária para depósito dos R$ 60 milhões e dos 4% que serão repassados mensalmente. “O fundo seria gerido pela Prefeitura, mas acompanhado pela Câmara, por meio da Comissão de Obras. Toda vez que a Prefeitura fosse realizar obras com este dinheiro, teria que passar pelo aval da Câmara.”

O secretário de Governo explicou que o objetivo da reunião é promover a participação democrática entre o Executivo e todos os vereadores. “A sugestão é razoável, em que os vereadores solicitam a apresentação do plano de execução de serviços e um plano de ações com relação a este investimento”. Segundo Adair, o plano deverá ser enviado à Câmara até o dia 16.

O vereador Luizinho da Farmácia (PR) defende a renovação do contrato, independente da discussão sobre o uso do dinheiro. “Taubaté precisa da Sabesp e vice-versa e a empresa tem feito um bom serviço.”

Ele manifestou preocupação sobre o cumprimento do acordo feito na reunião. “Temos que ver se isso vai dar certo, se está de acordo com a legalidade. Quem gere os recursos é o Executivo. O Legislativo tem que fiscalizar, mas não tem poder de determinar para onde vão os recursos.”

A vereadora Pollyana Gama (PPS), apoiada pelo vereador Rodrigo Luis Silva “Digão” (PSDB), sugeriu a criação de um Fundo Municipal de Saneamento Básico e do Conselho Gestor de Saneamento Básico, com objetivo de aumentar o controle social dos recursos que serão repassados pela Sabesp à Prefeitura.

“Diante de um governo que não termina várias obras, que é alvo de investigações, seria uma irresponsabilidade deixarmos que o Executivo definisse a aplicação destes recursos”, justificou a parlamentar, que apresentou a proposta à Comissão de Justiça e Redação por meio de emenda sexta-feira, 10, à tarde, após a reunião.

Além de Jeferson Campos, Luizinho, Pollyana e Digão, participaram da reunião os vereadores Chico Saad e Carlos Peixoto, do PMDB, Maria Teresa Paolicchi (PSC), Mário Ortiz (PSD), Rodson Lima (PP), Sérgio Aquino (PV) e o suplente Noilton Ramos (PSD). Orestes Vanone (PSDB) foi representado por assessor.

fonte: Assessoria de Imprensa CMT.



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Projeto de escola municipal aproxima alunos da política taubateana


Pollyana reúne os alunos no plenário


Após aprenderem em sala de aula como funcionavam as antigas câmaras municipais do século 17, alunos da escola municipal Padre Silvino Vicente Kunz, no bairro Areão, realizaram visita à Câmara de Taubaté nos dias 10 e 11.

No primeiro dia, sentados nas cadeiras do plenário, estavam atentos à conversa que tiveram com a vereadora Pollyana Gama (PPS), que além de explicar a diferença entre os poderes Legislativo e Executivo e como combater o analfabetismo político, respondeu perguntas de diversos gêneros, como o significado das siglas no brasão encontrado na bandeira de Taubaté e sobre trabalho realizado pela Comissão Processante no processo de cassação do mandato do prefeito.

A visita dos alunos está inserida em um projeto denominado “A formação do poder em Taubaté”, realizado pelo professor de história, Jairo Alves Pereira, que tem como objetivo criar a perspectiva de que o poder não está distante do povo. “A gente tenta aproximar a política à vida real dos alunos, pois sabemos que muitos dos pais não tiveram esta oportunidade de conhecer melhor.”

Os estudantes confirmam que suas expectativas foram atendidas. Leonardo Oliveira de Campos, de 13 anos, se destacou entre os demais por sempre ter uma pergunta na ponta da língua. “Aprendi que política é muito importante e que devo procurar não ser um analfabeto político.”

Jéssica Gabriela da Silva, de 12 anos, compreendeu o que foi dito pela vereadora Pollyana. “Gostei de conhecer a Câmara e aprender que nem tudo é culpa dos políticos, pois quem tem o poder é o povo.” Ela também concluiu que é dever de cada cidadão conhecer mais sobre política.

Os 40 alunos de uma sala do 8º ano da escola, que passaram a manhã do dia 10 no recinto, conheceram todos os setores da Casa, inclusive os gabinetes dos 14 vereadores. Enquanto aprendiam mais sobre as legislaturas passadas e apreciavam os quadros com as fotos dos ex-presidentes, conversaram com o vereador Luizinho da Farmácia (PR).

No dia 11 pela manhã, foi a vez dos alunos do 7º ano B, visitarem a Casa de leis. Um grupo de 25 alunos, também, acompanhado pelo professor Jairo, foi recepcionado pela vereadora Pollyana no plenário da Câmara. “Para mudar a política, é preciso mudar a maneira de votar, e vir até a Câmara já é uma grande mudança”, disse a vereadora.

O professor agradeceu pela atenção cedida aos alunos e ressaltou a importância da visita à Casa. “A política, normalmente, fica longe da escola, isso não é bom, porque essas crianças serão os futuros eleitores. Essa visita só tem a acrescentar”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Imprensa CMT.

Clipping: Eleições 2012, Renovação da Sabesp e professores homenageados


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Jornal da Cidade
11/11/2011
Pág. 02

Eleições 2012
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Jornal Contato
11/11/2011
Pág. 02

Caso Sabesp

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Jornal Contato
11/11/2011
Pág. 09

Diploma Educador Taubateano

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Voz do Vale
11/11/2011
Pág. 05

T´tulo Cidadão Taubateano

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Caso Sabesp: Câmara quer uma oferta melhor da estatal


Vereadores durante reunião sobre a renovação do contrato da Sabesp

Prefeito usa ‘gargalos’ do município para pressionar vereadores a acelerarem votação de convênio

Luara Leimig
Taubaté


A Prefeitura de Taubaté vai usar as principais carências do município --os problemas na saúde e da falta de segurança-- para pressionar os vereadores a acelerar a votação do novo contrato do município com a Sabesp.

A proposta de renovação prevê um repasse de R$ 60 milhões da empresa de saneamento ao governo Roberto Peixoto (PMDB).

O projeto que autoriza o novo convênio foi enviado à Câmara em fevereiro, mas ainda não há previsão de quando poderá ser votado.

Ontem, o secretário de Governo Adair Loredo foi ao Legislativo pedir o apoio dos vereadores.

Segundo ele, a administração espera usar a contrapartida financeira prometida pela Sabesp para concluir a reforma do Pronto-Socorro Municipal, que se arrasta há mais de um ano, e ampliar o sistema de câmeras de segurança da cidade.

“As obras do PS e a implantação do sistema de câmeras são apenas alguns dos investimentos que o município deve fazer com a verba”, disse o secretário.

“Na próxima quarta-feira, vamos apresentar aos vereadores um cronograma completo de investimentos em obras e serviços a serem realizados”, acrescentou.

Emendas. Alguns vereadores demonstraram preocupação com o repasse de toda a contrapartida da Sabesp para a atual administração.

Eles devem apresentar uma emenda para que seja criado um fundo do saneamento básico no município, que iria receber o dinheiro da companhia, e também um conselho, formado por membros da sociedade civil e do poder público para discutir a destinação da verba.

“Diante de tantas obras inacabadas e pelo cenário da administração atual, seria um absurdo entregar para a prefeitura administrar sozinha R$ 60 milhões”, disse a vereadora Pollyana Gama (PPS).

Para a vereadora Maria Teresa Paolicchi (PSC), aliada do prefeito, a discussão já está bastante adiantada e o projeto deve ser votado o quanto antes “para atender as necessidades da população”.

A Sabesp informou ontem que não vai se pronunciar sobre o assunto. O atual convênio termina em dezembro.

Processo. A proposta de renovação do convênio é alvo de uma ação do Ministério Público, que exige a realização de uma concorrência para a assinatura do contrato.

O MP também questiona um acordo feito pelo prefeito para abater uma suposta dívida da administração com a Sabesp.

Segundo Peixoto, o débito referente a contas de água não pagas por governos anteriores era de R$ 77 milhões, dos quais a Sabesp perdoou R$ 40 milhões e parcelou o restante em 99 vezes. A Promotoria entende que essa dívida simplesmente não existe.

SAIBA MAIS

Contrato

Vigência

O atual contrato da Prefeitura de Taubaté com a Sabesp, firmado na década de 80, termina no mês que vem

Renovação

Mais 30 anos

A prefeitura quer a renovação por mais 30 anos. Um protocolo de intenções foi firmado em agosto de 2010 e o projeto de lei já foi enviado em fevereiro à Câmara, mas até hoje está em discussão

Contrapartida

Repasses

A Sabesp deve repassar pelo menos R$60 milhões para o município em 2012 com a renovação de contrato, além de uma parte dos lucros que obtiver em Taubaté. Os vereadores se reúnem na próxima quarta-feira com a companhia para tentar aumentar o repasse em mais R$ 20 milhões

Câmara quer ‘melhorar oferta’

Na próxima quarta-feira, uma comitiva de vereadores de Taubaté deve se reunir com o departamento jurídico da Sabesp em São José dos Campos para negociar um aumento de R$ 20 milhões na contrapartida da empresa em caso de renovação do convênio. Com isso, o repasse aumentaria de R$ 60 milhões para R$ 80 milhões.

A intenção da Câmara é que, diante de um contrato que pode ter duração de 30 anos, a empresa ofereça uma contrapartida maior do que a proposta inicialmente.

“A gente acredita que é possível mais investimento na cidade por parte da Sabesp, e vamos buscar isto”, disse a vereadora a Pollyana Gama.

Segundo Pollyana, durante a reunião também será discutida a questão burocrática da nomenclatura da renovação do contrato entre a empresa e o município --se envolve a assinatura de um convênio ou a de um contrato de consórcio público.

fonte: Jornal O Vale
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Em sessão tumultuada, Câmara aprova revisão da Lei Orgânica


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Jornal O Vale
10/11/2011

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Por Luara Leimig
Taubaté

A Câmara de Taubaté aprovou no início da noite de ontem a revisão da Lei Orgânica do Município.


O texto estabelece, entre outras mudanças, que os aumentos salariais dos vereadores não precisarão mais da sanção do prefeito.


A nova lei também disciplina a substituição do chefe do Executivo em casos de impedimento, como doença ou prisão. A partir de agora, o vice assume o município se o prefeito ficar afastado do cargo por mais de 10 dias sem autorização do Legislativo.


O projeto de revisão da Lei Orgânica do Município promove mais de 70 alterações no texto em vigor e foi baseado em estudos elaborados pelo Interlegis, instituto vinculado ao Senado Federal, a pedido da Câmara de Taubaté.


Ao todo, 11 emendas foram incluídas no texto apresentado pela mesa diretora, após uma série de divergências entre os vereadores --7 delas já haviam sido acordadas na véspera da votação.


A aprovação do texto deverá ser referendada em segunda discussão em um prazo máximo de 15 dias.


Discussão

Durante a sessão, o vereador Luizinho da Farmácia (PR) questionou o aumento no número de emendas ao projeto da mesa diretora, alegando que as alterações foram propostas de última hora, sem o conhecimento de todos os parlamentares.

“Fizemos diversas reuniões, onde foi decidido com aprovação de todos sete emendas”, afirmou Luizinho.

“Agora pipocam emendas de última hora chegando a onze. Não concordo, retiro minha assinatura de todas as emendas que já havia aprovado e não vou participar mais disso, prefiro ir tomar café”, acrescentou o vereador.

Em meio à polêmica, a sessão chegou a ficar paralisada por dez minutos para que os vereadores entrassem em acordo sobre os pontos de divergência da matéria.


“Não houve emendas de última hora. Foram mantidos os sete assuntos discutidos nas reuniões, mas por questões técnicas foi preciso fazer onze emendas”, disse a vereadora Pollyana Gama (PPS).

“Por exemplo, a emenda que trata de convênios interferia em outras três leis que provocaram as novas emendas.”

Luizinho não participou da reunião, e voltou ao plenário com a sessão retomada apenas para informar que votava contra todas as emendas --o único voto contrário ao projeto.

Interpretação clara. Para o presidente da Câmara, Jeferson Campos (PV), uma das principais mudanças é a com relação ao substituto do prefeito em caso de vacância.

Em junho, no período em que o prefeito Roberto Peixoto (PMDB) esteve preso na Polícia Federal para não atrapalhar as investigações sobre supostas irregularidades em seu governo, o Legislativo se negou a dar posse à vice-prefeita Vera Saba (PT) com base em uma interpretação da atual Lei Orgânica do Município.

“Esta aprovação é uma vitória e motivo de orgulho para esta Casa. Ela vai evitar que no futuro ocorram interpretações em duplicidade, como no caso de afastamento do prefeito. Agora fica claro que quem assume o cargo imediatamente é o vice”, disse Jeferson.

Outras mudanças sugeridas pela mesa diretora, como a autonomia do prefeito para celebrar convênios, acabaram sendo suprimidas do texto final da lei (veja quadro).

A NOVA LEI

Cassação

Vereadores

A cassação de vereadores permanece por votação aberta

Prefeito

Afastamento

O prazo de afastamento do prefeito será de 10 dias. Após esse intervalo, o vice-prefeito assume a administração

Convênios

Aval

Convênios firmados pelo município com consórcios ou por meio de acordos com as esferas estadual e federal continuarão a depender do aval dos vereadores

IPMT

Presidência

O presidente do Instituto de Previdência Municipal passa a ser escolhido pelo prefeito a partir de lista tríplice; Câmara vai sabatinar candidatos

Fonte: Jornal O Vale
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